I was wondering today... How can this little simple 'thing' make me feel good?
I love ice cream.
:)
Simples assim. Simples como as coisas devem ser.
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Diálogo Final.
" - É tudo que tem pra me dizer? - perguntou.
- É. - respondeu.
- Você disse tão pouco.
- Disse o que tinha pra dizer.
- Sempre se pode dizer mais alguma coisa.
- Que coisa?
- Sei lá. Alguma coisa.
- Você queria que eu repetisse?
- Não. Queria outra coisa.
- Que coisa é outra coisa?
- Não sei. Você que devia saber.
- Por que eu devia saber o que você não sabe?
- Qualquer pessoa sabe mais alguma coisa que outro não sabe.
- Eu só sei o que eu sei.
- Então não vai mesmo me dizer mais nada?
- Mais nada.
- Se você quisesse...
- Quisesse o quê?
- Dizer o que você não tem para me dizer. Dizer o que não sabe, o que eu queria ouvir de você. Em amor é o que há de mais importante: o que a gente não sabe.
- Mas tudo acabou entre nós.
- Pois isso é o mais importante de tudo: o que acabou. Você não me diz mais nada sobre o que acabou? Seria uma forma de continuarmos."
- Carlos Drummond de Andrade
- É. - respondeu.
- Você disse tão pouco.
- Disse o que tinha pra dizer.
- Sempre se pode dizer mais alguma coisa.
- Que coisa?
- Sei lá. Alguma coisa.
- Você queria que eu repetisse?
- Não. Queria outra coisa.
- Que coisa é outra coisa?
- Não sei. Você que devia saber.
- Por que eu devia saber o que você não sabe?
- Qualquer pessoa sabe mais alguma coisa que outro não sabe.
- Eu só sei o que eu sei.
- Então não vai mesmo me dizer mais nada?
- Mais nada.
- Se você quisesse...
- Quisesse o quê?
- Dizer o que você não tem para me dizer. Dizer o que não sabe, o que eu queria ouvir de você. Em amor é o que há de mais importante: o que a gente não sabe.
- Mas tudo acabou entre nós.
- Pois isso é o mais importante de tudo: o que acabou. Você não me diz mais nada sobre o que acabou? Seria uma forma de continuarmos."
- Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 8 de março de 2010
Sabendo sem saber.
"E hoje eu sei o quanto perdi.
O quanto passei.
O quanto aprendi.
Hoje eu sei que palavras não são suficientes.
Sei que sentir não significa existir.
Sei de onde o desprezo é proveniente.
Hoje eu sei que não me importa saber.
Sei que cada um sabe o que é melhor pra si.
Sei o que passei pra entender.
Hoje eu vejo que o que sinto, não te importa.
Vejo que esse amor verdadeiro existe, em mais ninguém, mas em mim.
E vejo toda vez que se fecha aquela porta.
Hoje eu sei que não existem culpados.
Sei que existem atos.
Sei que são falhos, na maioria, os que são considerados.
Hoje eu vejo um abismo à frente.
Vejo que meus pés não sabem aonde vão.
Vejo que cada passo, à beira, me leva mais rente.
Hoje eu sei que, por melhor que tenham sido, intenções e conquistas alcançadas,
Nada tomará o lugar das atitudes que ficaram caladas."
- César C. Santos
O quanto passei.
O quanto aprendi.
Hoje eu sei que palavras não são suficientes.
Sei que sentir não significa existir.
Sei de onde o desprezo é proveniente.
Hoje eu sei que não me importa saber.
Sei que cada um sabe o que é melhor pra si.
Sei o que passei pra entender.
Hoje eu vejo que o que sinto, não te importa.
Vejo que esse amor verdadeiro existe, em mais ninguém, mas em mim.
E vejo toda vez que se fecha aquela porta.
Hoje eu sei que não existem culpados.
Sei que existem atos.
Sei que são falhos, na maioria, os que são considerados.
Hoje eu vejo um abismo à frente.
Vejo que meus pés não sabem aonde vão.
Vejo que cada passo, à beira, me leva mais rente.
Hoje eu sei que, por melhor que tenham sido, intenções e conquistas alcançadas,
Nada tomará o lugar das atitudes que ficaram caladas."
- César C. Santos
sábado, 6 de março de 2010
Dúvidas.

"E hoje, olho pro céu
e não vejo mais nada...
Será que é o seu sorriso,
que deixa as estrelas ligadas?
Será que o tudo hoje,
é mais nada?
Será que, na falta do que falar,
não devo falar nada?
Será que conversar bobeira,
é melhor que não falar nada?
Será que uma mudança,
não seria acreditada?
Será que as coisas erradas,
não deveriam ser desconsideradas?
Será que minhas palavras,
novamente soarão como música falada?
Será que o sentimento,
ainda existe numa caixinha lá dentro bem guardada?
Será que na ânsia de ter tudo,
tomo decisões erradas?
Será que pra decidir o amanhã,
do bom não deve ser considerado nada?
Será que se escrever,
as palavras serão bem interpretadas?
- Não Sei."
- César C. Santos - Fev/2010
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